
IPhones, iPads, celulares multiuso, Tvs de plasma ou LCD, sons de potência elevadíssima, pendrives, robôs, máquinas fotográficas digitais, centenas de artefatos tecnológicos produzidos em tão pouco tempo. A evolução dessa área nunca foi tão intensa quanto nos últimos anos. O homem está jubiloso de suas conquistas e faz questão de divulgá – las à exaustão. Cascatas de reportagens nos chegam às mãos e aos olhos através da mídia virtual, impressa e televisiva, divulgando e ensinando a manejar as novidades cada vez menores, com menos fios e com mais funções.
Os sistemas de comunicação e educação tomaram para si a responsabilidade de ensinar os seres humanos a mexer nos botões certos para satisfazer seus desejos, desde os mais simples, como ouvir uma música aos mais complexos, como a execução de tarefas que exigem alta precisão.
No entanto, diante das novidades, a pergunta que fica e não quer calar é: quem tomará para si a responsabilidade de ensinar o ser humano a utilizar essas diversas maravilhas em situações adequadas para que não nos tornemos bestas “eletronizadas”?
Os sistemas de comunicação e educação tomaram para si a responsabilidade de ensinar os seres humanos a mexer nos botões certos para satisfazer seus desejos, desde os mais simples, como ouvir uma música aos mais complexos, como a execução de tarefas que exigem alta precisão.
No entanto, diante das novidades, a pergunta que fica e não quer calar é: quem tomará para si a responsabilidade de ensinar o ser humano a utilizar essas diversas maravilhas em situações adequadas para que não nos tornemos bestas “eletronizadas”?
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