domingo, 1 de agosto de 2010

Tecnobestas


IPhones, iPads, celulares multiuso, Tvs de plasma ou LCD, sons de potência elevadíssima, pendrives, robôs, máquinas fotográficas digitais, centenas de artefatos tecnológicos produzidos em tão pouco tempo. A evolução dessa área nunca foi tão intensa quanto nos últimos anos. O homem está jubiloso de suas conquistas e faz questão de divulgá – las à exaustão. Cascatas de reportagens nos chegam às mãos e aos olhos através da mídia virtual, impressa e televisiva, divulgando e ensinando a manejar as novidades cada vez menores, com menos fios e com mais funções.
Os sistemas de comunicação e educação tomaram para si a responsabilidade de ensinar os seres humanos a mexer nos botões certos para satisfazer seus desejos, desde os mais simples, como ouvir uma música aos mais complexos, como a execução de tarefas que exigem alta precisão.
No entanto, diante das novidades, a pergunta que fica e não quer calar é: quem tomará para si a responsabilidade de ensinar o ser humano a utilizar essas diversas maravilhas em situações adequadas para que não nos tornemos bestas “eletronizadas”?

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